‘Na atual etapa da globalização, a ruralidade dos países avançados não desapareceu, nem renasceu, fazendo com que as duas hipóteses fossem ao mesmo tempo parcialmente verificadas e refutadas, o que leva à formulação de uma terceira: o mais completo triunfo da urbanidade engendra a valorização de uma ruralidade que não está renascendo, e sim nascendo’, escreveu no artigo premiado.
Para o pesquisador, em regiões rurais dos países desenvolvidos, a globalização atua em duas grandes dimensões contraditórias. Uma de caráter econômico, que envolve as cadeias produtivas, comércio e fluxos financeiros, e outra de cunho ambiental, que envolve tanto as bases das amenidades naturais quanto fontes de energia e biodiversidade.
(Agência Fapesp, 24/5)